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Portada  | Entrevistas | Luciano Coutinho, Presidente de BNDES, Brasil.
ENTREVISTA A LUCIANO COUTINHO, PRESIDENTE DE BNDES, BRASIL
"País precisa del crédito privado de longo prazo"
 
Por Raquel Landi / Diario O Estado de Sao Paulo


Sao Paulo, 11-abril-2010.- El presidente del Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, está inmerso en las negociaciones con los principales bancos de su país para convencerlos de conceder créditos de largo plazo. Como se sabe, Coutinho participará en la próxima Asamblea General de ALIDE y estará a cargo del tema central de la reunión más importante de la banca de desarrollo en Fortaleza el 13 y 14 de mayo (entrevista en portugués).

O BNDES recebeu R$ 180 bilhões do Tesouro em dois anos. Vai seguir desse tamanho?
É difícil dizer, a priori. A infraestrutura demanda investimentos com prazos de 20 anos. Não vejo o mercado preenchendo essa lacuna no curto prazo. É preciso financiar setores de capital intensivo, cujo período de maturação dos investimentos é longo. Temos ainda o crédito a pequena e média empresa e a inovação tecnológica, que é uma atividade de risco mais alto. Resumindo: essas missões reservam um papel relevante para o BNDES nos próximos anos. Ao dizer isso, não significa que precisa crescer, porque cresceu muito, mas talvez manter um tamanho importante. E deixar o espaço para o setor privado preencher a expansão dos financiamentos. Estamos engajados no diálogo com o setor financeiro. Nas próximas semanas, manterei reuniões para concretizar esse estímulo ao desenvolvimento do mercado de capitais e do crédito de longo prazo.

Mas o governo está discutindo mais recursos para o BNDES?
Os R$ 80 bilhões do Tesouro (em 2009) são suficientes. O que estamos discutindo é 2011, 2012. Queremos assegurar que, nos próximos anos, seja possível combinar esse papel necessário do BNDES e o estímulo ao mercado. Temos estudado alternativas a partir de 2011. Uma parcela passa pelo BNDES acessar mais os mercados, mas ocupar um espaço indevido.

O Tesouro tem condições de voltar a fazer aportes no BNDES?
Aportes na escala que foram feitos nos últimos dois anos refletiram um momento de crise. Não antevejo a necessidade de aportes nessa escala. O importante é colocar em marcha um processo virtuoso de desenvolvimento financeiro do Brasil. Esse é um tópico que está fora da agenda: fontes privadas de financiamento de longo prazo. O sucesso dessa agenda é que responderá a questão do tamanho do BNDES e não o contrário.

Está em gestação algum incentivo para os bancos emprestarem por prazos mais longos?
Já temos um diálogo no nível técnico e existe uma série de propostas para aperfeiçoar condições. Mas é prematuro detalhar. Não é uma questão de dar garantia, mas liquidez. É importante que papéis de prazo mais longo do sistema privado possam ter o conforto do mercado secundário. Hoje me parece o fator mais relevante.

Os bancos se baseiam muito no crédito consignado. Têm um medo do risco do mercado. Como o sr. vê isso?
Os créditos imobiliário e consignado são nichos razoavelmente bem resolvidos, porque têm um sistema de mitigação do risco. Precisamos desenvolver outros instrumentos desse tipo para financiar o investimento de empresas em expansão. O grosso da poupança brasileira hoje está em título do governo com liquidez diária. Essa é a realidade que precisa ser modificada através de mecanismos de mercado. Porque ninguém induz a uma migração sem que haja perspectiva de obter retornos.

 
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